terça-feira, 16 de setembro de 2014

100 discos e 100 cervejas

Começo esse tópico com a promessa (já que estamos em reta final de eleição) de completá-lo.

Começo agora uma série, pensada em uma mesa de bar sobre música e cerveja. Por que não indicar 50 discos e quais cervejas boas para acompanhá-los?
Percebi que 50 discos para mim seria pouco, cometeria injustiças com alguns discos que simplesmente não podem ficar de fora da história da música brasileira.

Portanto vamos iniciar a lista?

Espero que aproveitem as indicações. Os discos foram escolhido por questão de gosto e importância histórico cultural para a música brasileira.

Todos os discos eu conheço de início ao fim, passagens e maior parte eu os tenho.

As cervejas, bom eu tomei todas, as fotos em sua maior parte foram tiradas por mim, então a indicação é certamente mais confiável que aquele catálogo na sua distribuidora.

Bora lá?

terça-feira, 22 de julho de 2014

Ele se sentou. Estava cansado das mesmas coisas. Refletiu sobre algumas, alguns, e até nenhum
Entrou em um interior diferente. Do lixo, escuro.
Pensou consigo mesmo.
Lembrou de quando era mais novo. Cada passo, cada gesto. Tudo ali era comum.
Ciente disso, decidiu abrir mão. Sentou-se mesmo andando e se viu longe...lá longe
Não gostou.
Pulou e começou de novo 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

SHA


Destinos cruzados sem planos
Até quando isso é possível
Deuses e Deusas jogando com fantasias

Até quando o sonho ficará apenas como sonho? 

TA


Nunca o olhar trocado foi tão comunicativo.
As trocas, as investidas, as imaginações
Morreremos juntos, mesmo estando separados

Onde a vida pode encontrar a linha linear da fantasia

Na


Sei que o mundo nunca foi grande suficiente
Nem minha coragem
Mas por onde andaria?
Fica imaginando, sempre encontrar por acidente... Um dia!

Lembro-me do quase
Do sempre
Do nunca e do agora. O agora que nunca teve.

Ou será que teremos? 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Paul ao vivo


É muito surreal ver, mesmo não sendo pela primeira vez, uma pessoa tão importante para a cultura pop como Paul McCartney.

Lembro nos idos de 89, quando eu ouvia sem parar o disco Please Please me dos Beatles. Muitas dessas músicas, quando tocam, me lembram uma infância maravilhosa. Brincar na rua, dormir debaixo da árvore de natal, comer gelatina... Mas tudo isso são apenas lembranças.

Vendo Macca(desculpe-me a intimidade, mas agora já temos o direito) ao vivo é um monento como esse. Que nos faz lembrar cada minuto, cada situação e que iremos lembrar, com aquele sorriso nos lábios, pelo resto de nossas vidas.

Ao entrar no palco, Macca saúda a todos de uma maneira simples. E tome quase três horas de uma apresentação alucinante. Praticamente todas as músicas são cantadas em unissom pelos presentes.
Cada acorde, uma emoção diferente cativa às pessoas. Nessa hora, não existem velhos, jovens, adultos,crianças, negros, brancos, índios ou europeus. Todos são Macca. Abraçar quem está ao lado para dividir aquela emoção, poder olhar para o estádio cheio de luzes para homenagear, fazendo do público parte do espetáculo, ver no telão,em Hey Judie, o rosto de tanta gente feliz, como se fosse a maior realização da vida destas pessoas... Isso só a música é capaz de fazer.

Macca não é daquele artista comum. Ele faz questão de aprender algo do local onde vai tocar. Expressões, gírias. Exceto em SP, onde não se tem uma expressão característica do lugar, em todos os locais que passou no Brasil deixou um pinguinho de sua sabedoria da cultura local. “Mas bah,tche”, no Sul, “E as Cariôcas esperrrtos” no Rio, “Povo Arretado” em Recife, “Uai” em Belo Horizonte... E o melhor, são quase três horas em que ele não sai do palco. Ele não coloca seus músicos para solar por 20 minutos enquanto descansa. A atenção é só para ele, ele é sempre a estrela principal no palco.

Vendo o rosto no final do show, em que pessoas se abraçam, ficam com cara de bobas, choram, podemos notar que a única coisa que dá para comentar com a maior sinceridade deste show é “Muito obrigado pela magia de existir,Sir. Paul”...


segunda-feira, 4 de março de 2013

Sonhos de luz de velas



Poderia essa noite durar para sempre?
todos os momentos mantidos juntos,
como num êxtase perfeito
e uma coisa poderia ser como tal.

ninguém entenderia isso.
nós saberíamos que os deuses planejaram isto
e por tal noite como esta,
que eles deram lembranças.

e nós viveríamos dentro desta noite
dentro dos sonhos de luz de velas.
se você trouxesse esse desejo à vida,
e gastar sua noite comigo.

poderia este momento durar para sempre?
e este nosso sonho, um esforço.
se as estrelas apenas encantassem,
e o tempo então aceitaria.

todos os momentos de amanhã
desta tarde, nós emprestaríamos
se este desejo, as estrelas concedessem,
e gentilmente vigiar.

e nós viveríamos dentro dessa noite
dentro dos sonhos de luz de velas.
Se você trouxesse este sonho à vida,
e gastar sua noite comigo.